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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Vivas para os casamentos

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publicado em 06/04/2014 às 08h21

 Reportamo-nos aos casamentos religiosos… aqueles que estabelecem vínculo matrimonial segundo as regras de determinada religião, seja a católica, a protestante ou outra que os cônjuges tenham como sua.

O casamento civil aqui não está focado porquanto corresponde a um contrato, muito diferindo, pois, do casamento religioso, este em nada dependendo do reconhecimento do Estado ou da legislação civil para poder ser válido. No casamento religioso, especialmente no catolicismo, o que mesmo prevalece é a mística de Deus, preponderando suas palavras (as palavras de Deus), transmitidas pelo sacerdote celebrante deste sacramento cristão, em que destaca desde a inscrição bíblica constante em Gênesis de que “Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma companheira semelhante a ele”, até outras bem conhecidas expressões da Bíblia como “Crescei e multiplicai-vos e enchei a Terra” ou “Não separe o homem o que Deus uniu”.

Isto tudo, claro, também relacionado ao amor recíproco dos cônjuges que os leva à outra convicção, igualmente inscrita na Bíblia, de que “serão dois numa só carne”.

Pois, bem! Damos “vivas” aos casamentos religiosos, que continuam sendo tantos e tantos, todas as semanas, desmentindo as insinuações de que “estão saindo de moda”. Basta lermos as colunas sociais (nos jornais, revistas ou portais) e constatamos que a maioria de nossos jovens segue e quer seguir as “Bodas de Caná”. E longe das colunas sociais, aí, sim, que temos exemplos e exemplos do casamento religioso, como o que participamos no sábado, dia 29 de fevereiro, na bonita Igreja Sagrado Coração de Jesus, no bairro de Mangabeira – aqui em João Pessoa. O celebrante foi o padre Manoel e os noivos… ah, que noivos! Como suas fisionomias espelhavam felicidade e demonstravam o voluntário compromisso de amor um para com o outro!…

Valendo-nos do dizer dos colunistas sociais, “ela, Kátia; ele, Alexandre. Os pais dela, Luiz Nunes Soares e Vera Lúcia Pereira. Os pais dele, Antonio Manoel de Lima e Maria Rosana Brito de Lima”. E repetimos: como os noivos estavam felicíssimos! Os familiares e os amigos, também.

Sobre o noivo, Alexandre, conhecemo-lo não há tanto tempo quanto conhecemos a noiva, Kátia. Neste pouco tempo, porém, especialmente pelo testemunho da noiva e também através de eventuais encontros, tomamos a convicção de que se trata de um rapaz que está focada na construção de uma família mesmo harmoniosa e que só divide seu tempo familiar com o compromisso profissional, demonstrando-se muito dedicado e responsável no trabalho.

Sobre a noiva, aí nos cabe dizer mais, porque já há alguns anos temos trabalhado juntos, ela como secretária do setor que temos a missão de coordenar. Mas, a respeito de Kátia, preferimos destacar tratar-se de uma filha especialíssima, de tal maneira que parece a mãe de sua mãe (dela), afora o comprometimento que sempre tem tanto com o irmão quanto com o sobrinho.

Sobre o casal, Kátia/Alexandre, cumpre-nos ainda dizer da admiração que temos pelos dois em face dos exemplos que dão de como a felicidade poder ser conquistada mesmo com uma vida modesta. Aliás, parece que a vida modesta é o que mais fortalece esse casal para as conquistas básicas materiais, um junto com o outro, de mãos dadas, tornando realidade os seus sonhos… sonhos realizados pela força recíproca do amor e pelo amor (altruísmo) que têm e praticam por seus semelhantes!

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