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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Desde 1993 exerce as funções de Diretor Executivo da AETC-JP. Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Um Café Poético

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publicado em 05/06/2014 às 13h03
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Recentemente, pela imprensa impressa, fizemos publicar um soneto com o título acima: “Um Café Poético”. E da parte de alguns leitores destes nossos escritos foram-nos colocada a observação de que não veiculáramos esse soneto aqui no MaisPB. Realmente não o fizéramos. E essa omissão baseava-se na imaginação nossa de que um Portal, como o MaisPB, não corresponderia a um veículo adequado para tal.

Todavia, diante da observação e/ou cobrança desses alguns leitores, publicamos, a seguir, aqui, no MaisPB, aqueles versos titulados de “Um Café Poético”. Ei-los:

– Quem não gosta de poesia?!/ Poder-se-á até dizer não fazer questão/ Mas, ao ouvir-se ou ler-se sua harmonia/ Todos são tomados por especial emoção!
– Quem não gosta de café?!/ Quão saborosa é sua degustação!…/ Seja Maria, Mário, Bia ou José…/ Raro quem ao café faça restrição.
– E se café é assim tão saboroso,/ Melhor é tomá-lo com poesia!/ João Pessoa tem um lugar bem gostoso/ Onde o café parece uma sinfonia!
– Nele tem até livros de poesias/ Que os abrindo enchem-nos de emoção!/ Somos, pois, tomados de alegrias/ Nesta mistura de letras e alimentação!
– Esse lugar chama-se Café Poético/ E nele o som musical é eclético/ Mas impondo ambiente de suavidade! No cardápio lê-se Vinícius de Morais/ Encaixando-nos em ambiente de paz/ Através de seu “Soneto da Fidelidade”…

Que diz:

– “De tudo, ao meu amor serei atento/ Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto/ Que mesmo em face do maior encanto/ Dele se encante mais meu pensamento.
– Quem vivê-lo em cada vão momento/ E em seu louvor hei de espalhar meu canto/ E rir meu riso e derramar meu pranto/ Ao seu pesar ou seu contentamento.
– E assim quando mais tarde me procure/ Quem sabe a morte, angústia de quem vive/ Quem sabe a solidão, fim de quem ama/ Eu possa lhe dizer do amor (que tive)/ Que não seja imortal, posto que é chama/ Mas que seja infinito enquanto dure”.

Gostaram?! Podem criticar… criticar no sentido amplo da palavra, ou seja, positiva ou negativamente, mas, como deve ser, construtivamente. E já vamos dizendo que em seguida, bem breve, neste espaço também estaremos veiculando um outro artigo (não em verso) tratando sobre “Um Quiosque Lunático”, que assinamos e publicamos no jornal impresso.

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