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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Contra milionários, também não!

Comentários:
publicado em 04/02/2019 às 10h23

Dias atrás, neste mesmo espaço, escrevemos “Sem preconceito contra bilionários” a propósito da pesquisa realizada pela organização não governamental Oxfam apontando que “a riqueza está ainda mais concentrada” e que “a fortuna dos 26mais ricos do mundo equivale a 50% dadas outras 3,8 bilhões  de pessoas”. E depois de enfatizarmos que “Não tenhamos preconceito, não”, asseveramos que essa fortuna (US$ 112 bilhões do empresário Jeff Bezos e US$ 91,9 bilhões de Bill Gates, por exemplos) a eles (esses bilionários) serve para gerar empregos e renda para tantos, e muitíssimo pouco, quase nada, para necessidades ou luxos pessoais.

Certo dia depois daquela publicação, um amigocumprimentou-nos e questionou: “E contra os milionários, cabe preconceito?!”. Claro que não! Aquela figuração “bilionários”teve sentido abrangente, compreendendo o empresariado de modo geral(pequeno, médio, grande, muito grande etc), todos que souberam bem empreender e, graças à competência e sobretudo “controle”, progrediram!

Não entendemos o porquê de, por boa parte das pessoas, haver uma espécie de preconceito (um pé atrás) para com os empresários, como que a considera-los apenas como um ambicioso que vive buscando mais e mais lucros. Poucos os veem e os consideram como pessoas competentes na gestão de seus negócios e especialmente como os principais geradores de empregos, consequentemente molas indispensáveis para o desenvolvimento e sustentação econômica. Quantos de nós não já vimos ali, em algum lugar da cidade, ter nascido um fiteiro que se transformou em uma bodegae que depois passou a ser um supermercado que já está ampliando-se e se multiplicando?!… É pra criticarmos ou agirmos preconceituosamente?! Ou para aplaudirmos e darmos graças a Deus pelos empregos proporcionados?!

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