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ENTREVISTA

“Mazelas das eleições é culpa da legislação”, afirma senador eleito José Maranhão

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publicado em 25/12/2014 às 18h08

 
Senador eleito, José Maranhão conversou com o Portal MaisPB sobre o futuro mandato, o PMDB, participação do partido no governo estadual e no governo federal. Ele fez duras críticas a legislação eleitoral e garantiu que o partido que preside no estado fará parte da administração de Ricardo Coutinho (PSB) e DFilma Rousseff (PT).

“Meu propósito é trabalhar com toda a dedicação, no sentido de representar bem a Paraíba e conseguir, sobretudo, conquistar aqueles espaços que a Paraíba vem perdendo nos projetos do nordeste”, disse Maranhão. A partir de fevereiro de 2015 ele inicia seu segundo mandato de senador.

Sobre política nacional, o peemedebista disse que uma das prioridades do parlamento nacional deve ser a efetivação de uma reforma política: “ Muitas das mazelas, que lamentavelmente ainda acontecem nas eleições e na vida pública, de um modo geral, decorrem de uma legislação eleitoral ineficiente, irreal, que não condiz com os tempos modernos que estamos vivendo, sobretudo, a necessidade de transparência e honestidade na vida pública”.

Ele adiantou que o PMDB tem conversado com o governador Ricardo Coutinho sobre a participação da legenda no segundo governo socialista, mas disse que ainda não existe nada concreto sobre onde o PMDB irá colaborar no governo. “Nós temos certeza que o governo do estado quer governar com o PMDB. O PMDB teve uma participação decisiva na sua eleição e nisso não vai nenhuma cobrança. O segundo turno é uma oportunidade para se celebrar alianças. O governador tem reiterado, em entrevistas, o propósito de governar com a participação significativa do nosso partido”.

Maranhão lembrou ainda que em nível nacional o PMDB continuará na base do governo Dilma Rousseff (PT), destacando que o vice-presidente Michel Temer é do partido e disse que sua sigla tem que ter uma participação mais ativa na formação das políticas administrativas da nação e que isso não significa apenas ocupar espaços em ministérios.

Écliton Monteiiro – MaisPB

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