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NESTA QUARTA-FEIRA

HU vai montar tenda de serviços em Dia Mundial do Diabetes

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publicado em 13/11/2018 às 11h56

Nesta quarta-feira (14), o Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), vinculado à Universidade Federal de Campina Grande e à Rede Ebserh, vai montar uma tenda de serviços em alusão à campanha Novembro Diabetes Azul. O objetivo é alertar a população sobre a doença em relação aos cuidados, prevenção e estilo de vida.

A ação no HUAC está prevista para começar às 8h, no pátio do Centro de Assistência Especializada de Saúde e Ensino (Caese). O evento tem a coordenação da Gerência de Ensino e Pesquisa (GEP) e vai contar com a participação do setor de Serviço Social, além da equipe de Endocrinologia, médicos residentes e estudantes de graduação. A data escolhida para a iniciativa marca o Dia Mundial do Diabetes.

Na tenda, os usuários do hospital vão ter acesso a atendimento e orientações a pacientes e seus familiares. Dentre os serviços oferecidos, estão: triagem de pacientes com risco de diabetes (a qual será feita por meio de aplicação de questionário); exame de glicemia capilar; pesagem; verificação de pressão arterial; e medição da circunferência abdominal. O teste FINDRISC (Finnish Diabetes Risk Score), que será aplicado na ocasião, identifica o risco que uma pessoa tem de ser diagnosticada com diabetes em 10 anos.

Apoio dos familiares

O tema escolhido pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia para a campanha deste ano (e também para 2019) é Diabetes e Família. “É uma forma de esclarecer a população diabética sobre os cuidados, orientando principalmente os familiares, que têm um papel importante no cuidar e apoiar a pessoa com diabetes”, explica a médica endocrinologista Alana Abrantes, que é gerente da GEP.

Ela acrescentou que, quando alguém é diagnosticado com diabetes, isso não significa que só o paciente deve se tratar. “A família deve ser incluída também nessa relação. Os cuidados incluem não só a parte de medicamentos, mas também a dieta e as atividades físicas, e os mais idosos também devem ter preocupação com a higiene. Ou seja, é um conjunto que só fortalece para que não haja complicações nesse paciente”, diz.

Em relação ao Diabetes tipo 2, mesmo cinco ou até 10 anos antes do diagnóstico firmado, a toxicidade da glicemia alta já vem afetando o corpo da pessoa. “Muitas vezes, quando o paciente é diagnosticado, já é com complicação. A nossa finalidade é incentivar a prevenção, principalmente naqueles pré-diabéticos, e orientar as pessoas já diagnosticadas para que complicações não aconteçam, como ferimentos nos pés (que levam muitas vezes a amputação), cegueira e danos renais. Até 2040, vai haver quase 200 milhões de diabéticos em todo o mundo ”, afirma Alana Abrantes

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