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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Mário Tourinho

A Democracia dos dois candidatos

Comentários:
publicado em 16/10/2018 às 16h58
atualizado em 16/10/2018 às 16h59

Em artigo anterior registramos nossa lástima quanto à amplitude da Democracia brasileira, tão excessiva que possibilitara que na recente votação de 7 de outubro, para Presidente da República, contássemos com 13 candidatos! Ao lado desta nossa lástima também registráramos a falta de bom senso dos 9 candidatos menos votados que, em tempo, não renunciaram suas candidaturas diante da pouca aceitabilidade de seus nomes como já indicavam pesquisas realizadas por institutos de credibilidade e reconhecimento público.

Se tivessem ocorrido tais renúncias, vez que estava claro que nenhum daqueles 9 candidatos conquistaria a condição de disputar o 2º turno muitos menos alcançar a vitória, quem sabe se o eleitorado brasileiro, entre os outros 4, já não tivesse definido o eleito?!…

Fato é, porém, que estamos agora na campanha de um 2º turno. Os disputantes são os nomes que as pesquisas os apontaram também como os de maiores rejeições. Dessa forma, o Brasil, nesta eleição, parece literalmente dividido…
e, pior, cheio de intolerâncias parte a parte.

Todavia, é de esperar-se que os dois candidatos, mesmo fazendo uma campanha pouco propositiva e mais de ataques de um contra o outro, saibam ser democratas. Entendam que, como constante na Constituição, “todo poder emana do povo”, e que a legitimidade desse poder é conferido pelo voto, voto que será sufragado no domingo, dia 28, cumprindo que se respeite o resultado.

Concluído o processo eleitoral, que o lado vencedor bem se prepare para, a partir de janeiro, propiciar aos brasileiros a resposta de controle administrativo e de desenvolvimento almejada pelo povo. E que o lado perdedor, se democrata mesmo é, evite ações de esperneio e de embaraços a quem o povo escolha como seu gestor.

MaisPB

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