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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

A campanha e a mobilidade urbana

Comentários:
publicado em 15/09/2014 às 15h48

Nestes dias, tanto aqui em João Pessoa como também em outras cidades brasileiras (Brasília, Recife, Natal e Aracaju) em que estive, tenho sido um dos telespectadores do “horário da propaganda eleitoral”.

Sim! Isto mesmo! Não sou dos que dizem desligar a tv nos horários reservados à propaganda eleitoral, não!

Ao contrário, empenho-me em dispor de tempo para ver e ouvir as manifestações dos candidatos a fim de que possa melhor abalizar meu voto no próximo dia 5 de outubro.

Tenho me impressionado e me entusiasmado com as preocupações e intenções expressas por tantos (quase todos) candidatos, sejam os candidatos a deputado estadual, a deputado federal, a senador e adequadamente a governador e à Presidência da República com a questão “mobilidade urbana”.

Disse e repito que tenho me entusiasmado diante de tantas preocupações e manifestações, de tal forma que passei a ter a esperança de que agora, sim, a questão da mobilidade urbana vai ser mesmo encarada com a prioridade e o empenho que há tempo lhe são devidas.

Há telespectador/eleitor que considera descabida a manifestação de candidatos (que não a governador ou à Presidência da República) sobre esta questão da mobilidade urbana, entendendo-a como só adequável para os que concorrem a cargos do Poder Executivo.

De minha parte, porém, entendo ser bom que os candidatos a cargos do Legislativo igualmente se manifestem e efetivamente se interessem em contribuir para que as cidades brasileiras bem se estruturem para o enfrentamento e superação desta questão “mobilidade urbana”.

Minha maior esperança, no entanto, é a de que especialmente os candidatos aos cargos de chefia do Poder Executivo não só apontem projeto específico “a” e/ou projeto específico “b” como soluções a esta tão preocupante questão da mobilidade urbana que atualmente imobiliza as cidades brasileiras, mas que se prontifiquem a arregimentar técnicos… técnicos sejam de quaisquer as vinculações ou afinidades partidárias… técnicos que, por serem competentes, auscultam as comunidades para poderem finalizar seus projetos, e com estes conduzirem uma efetiva ação de planejamento (repito: planejamento) que integre as esferas municipal, estadual e a federal na concepção de uma solução ao problema, consequentemente para oferecer melhor qualidade de vida à população!

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