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Procon conclui ação em alusão aos 28 anos de CDC

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publicado em 13/09/2018 às 10h27

O Procon de Campina Grande encerrou a ação itinerante em alusão aos 28 anos do Código de Defesa do Consumidor, comemorado na terça-feira (11). A iniciativa ocorreu na Praça da Bandeira, no Centro, e ofereceu serviços de orientação sobre vários assuntos.

Desde segunda-feira  até o final da tarde de quarta-feira (12), cerca de 200 pessoas passaram pelo estande do órgão. As reclamações mais comuns foram referentes a bancos, operadoras de telefonia e cobranças indevidas no cartão de crédito.

Rivaldo Rodrigues, coordenador executivo do órgão avaliou como muito positiva a ação. “Como nosso objetivo maior é resolver os conflitos relacionados ao consumo, além de promover a educação sobre as leis consumeristas, nada melhor do que publicizar o Código Defesa do Consumidor, que trouxe importantes avanços e um olhar importante às práticas abusivas. As ações itinerantes que fazemos nos aproxima ainda mais da população e assim podemos contribuir para que cada vez mais pessoas tenham consciência dos seus direitos e deveres enquanto consumidores, e não sejam lesados pelos fornecedores e prestadores de serviço”, destaca.

Acerca do tipo mais frequente de reclamação, Rivaldo Rodrigues explica que as queixas mais comuns são relacionadas a bancos e operadoras de telefonia.

“No caso, os bancos são hoje as reclamações nº 1 dos consumidores em todo Brasil, segundo dados da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). Muitas vezes o consumidor abre uma conta corrente e não tem a informação adequada e clara de quanto vai pagar pelos serviços ou produtos do banco. Assim, quando é cobrado, vem a surpresa de ter até serviços que nem sabia haver contratado e que não tinha nenhum interesse. Já a área de telefonia, os consumidores geralmente reclamam que os telefones à disposição do consumidor demoram completar as chamadas, as solicitações não são atendidas, os atendentes não são preparados para resolver as demandas, e as vezes o atendimento é truculento e ofensivo, entre outras queixas”, destaca o coordenador do Procon de Campina Grande.

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