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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Desculpa, RC! Mas…

Comentários:
publicado em 11/09/2018 às 16h47

Não se penseque este pedido de desculpa seja dirigido ao governador Ricardo Coutinho em razão da crítica que aqui fazemos relativamente à situação de insegurança e sobretudo ao estado de medo em que vivemos.  Não! Este pedido de desculpa não se dirige ao governador paraibano (RC)!

Aliás, em artigos anteriores já enfatizamos ser a Polícia (tanto a Civil quanto a Militar, principalmente esta), com o setor de transporte coletivo urbano, os segmentos mais incompreendidos pela população que os deseja encontrar a todo instante e em todos os lugares, como que pudessem ser onipresentes.

Este pedido de desculpa, contido desde o título destes escritos, é dirigido especialmente ao empresário Roberto Cavalcanti (RC), por quem temos muito respeito e admiração.Mas… mas, desta feita, dizendo-lhe o quanto está difícil assimilar e incorporar as tantas lições de esperança e de otimismo que ele tem passado através de seus artigos ou em palestras e bate-papos.

Nossa desesperança ou falta de otimismo decorre do fato de que, mesmo diante de um quadro de insegurança tão evidente (em que, logo ao amanhecer, os “Bom Dia” de nossos dias constituem-se de manchetes e notícias mostrando bandidos de metralhadoras em mãos em plena via pública, sem medo de ninguém e nem das autoridades e instituições constituídas), os candidatos aos Parlamentos ou às chefias dos Executivos não se expressam sobre proposições para endurecimento de nossa legislação penal, preferindo esses candidatos ficarem (se da situação) defendendo o que foi feito pelo(s) governo(s) ou (se da oposição) criticando esse(s) mesmo(s) governo(s) pela falta de policiais nas ruas… como se, nessa frouxidão de lei penal, um simples aumento do efetivo  policial pudesse  vencer a ousadia e sagacidade bandidas.

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