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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

A César o que é de César

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publicado em 20/10/2014 às 14h48
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Todas as manhãs, bem cedinho, costumeiramente recebo, via e-mail, a indicação e comentário do texto bíblico programado pela Igreja Católica para cada dia e que me são enviados pela colega administrador Anchieta Bernardino, superintendente do SITRANS-CG. Ele, Anchieta, faz esse envio não só para mim, mas pra muita gente de seu convívio.

Neste recente domingo, dia 19, o texto bíblico indicado foi o de Mateus e se refere àquela lição de Jesus: “A César o que é de César”.

Logo em seguida abri a revista A Semana, que acabara de chegar em minha residência e leio na “Carta do Editor” a conclamação da editora Rosa Aguiar, ela parafraseando Renato Russo e a nos dizer: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse eleição”. Lembram? Renato Russo dissera: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”!

Essa conclamação de Rosa Aguiar também adverte que “até a mídia digital virou um campo de guerra com pessoas se agredindo por causa de suas posições políticas”, pelo que a editora de A Semana enfatiza: “Bandeira branca, gente! Partir para a grosseria, para o radicalismo e xingações, é tornar o debate insalubre, que faz mal e deixa todos mal”!

A publicação destes escritos na segunda-feira 20 de outubro, no Jornal Correio da Paraíba, com postagem também no Portal MaisPB, faz-me imaginar que na próxima segunda, dia 27, não mais haverá expectativa das correntes políticas quanto aos resultados das urnas, porquanto estes resultados já terão sido divulgados na noite do domingo, 26, data da votação.

Reportando-me a esses dois textos acima mencionados, o de “A César o que é de César” e o de que “É preciso amar as pessoas como se não houvesse eleição”, torço intensamente para que tais mensagens penetrem sobretudo nos corações dos políticos, especialmente nos dos contendores diretos do pleito, seja este o pleito em nível nacional, seja o estadual.

Passadas as eleições, isto já na segunda-feira 27 de outubro, quem for o derrotado aceite e concorde que o povo deu “A César o que é de César” e que, por isto mesmo, “É preciso amar as pessoas como se não houvesse eleição”, cabendo a todos os políticos paraibanos e brasileiros unirem-se para sinceramente contribuírem, com idéias e com ações, para a superação das dificuldades econômicas, sociais e culturais, de modo a que o povo brasileiro, particularmente o povo paraibano, ganhe melhor qualidade de vida!

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