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Odilon Fernandes – advogado, escritor, professor e procurador federal aposentado.

A alegria que Cristo nos trouxe

Comentários:
publicado em 20/07/2018 às 16h19

Acredito que é um grande erro, profundo equívoco, deixar-nos dominar pela tristeza aos nos lembrar de Cristo, com enorme frequência, sendo crucificado, torturado, no calvário, sendo submetido ao hediondo sofrimento como se isso representasse, com exclusividade, a vida e a morte de Jesus e entendo que aquilo para nós deve representar o legado do filho de Deus e a sua alegria, a razão de viver que Ele nos trouxe e nos deixou, sabemos que palavras comuns a Ele eram “Alegrai-vos, não tenhais medo”. Foi Ele que exorcizou o medo e a tristeza da vida de todos nós, dando-nos a sublime alegria da sua ressuscitação, divorciando-nos de qualquer temor, dando-nos confiança e segurança com a alegria sempre presente em sua vida e quando ressuscitou, pois acreditamos de forma absoluta no filho do Senhor quando ele, de repente, ressuscitado, se manifestou de forma ainda mais clara, como homem que apesar de tudo que sofreu adotou a alegria como conduta maior para nos salvar, portanto devemos o júbilo da vitória do nosso pai em sua vida e ao ressuscitar depois do sofrimento, da dolorosa e terrível morte que teve, devemos ter consciência das grandes alegrias que não podemosconter, a alegria do êxito, pois deu tudo certo quando parecia que não daria, quando parecia que estávamos perdidos e foi aí que tudo se refez, tendo um novo e surpreendente rumo, a alegria originária do próprio coração de Deus, portanto devemos expulsar frequentemente todo sentimento de tristeza, de desanimo, que quiser tomar conta da nossa alma e do nosso ser, quando nos lembramos  mais do que das alegrias, na tristeza do sacrifício de Cristo. Precisamos a todo instante fazer com que sejamos sempre tomados pela imensa alegria com o novo tempo que vivemos, o que para nós é reconhecido como Cristianismo. Devemos expulsar a imagem, sob certos aspectos mórbida que toma conta de nós quando damos muito mais ênfase ao sacrifício, ao sofrimento de Jesus quando damos muito mais destaque a sua morte do que a vida eterna Dele vivo em cada um de nós que fomos criados a imagem e semelhança de Deus, e é entre outros aspectos, porque Cristo está vivo, que temos muito a celebrar, a nos alegrar, e a alegria deve ser marca registrada de todos aqueles que são discípulos de Jesus e devemos sempre combater o mal da tristeza ao nos lembrarmos do Deus que se fez homem para nos salvar. Admito que até podemos ficar tristes com esta ou aquela situação pontualmente presente da vida de Cristo. Um verdadeiro filho de Deus jamais deve ser tomado pela tristeza, lembrando-se permanentemente do sofrimento de Jesus, mas sim que Ele venceu toda tristeza e nos trouxe muita alegria, a certeza da vida eterna, a felicidade do nosso amar. No Senhor, no filho, é que hoje temos ânimo no coração, fortaleza da alma, e o medo não pode mover jamais aquilo que nós fazemos e depois de Cristo ressuscitar temos as mais plenas e absolutas convicções não devendo ser invadidospelo medo etristeza. É devido a Jesus que podemos ser movidos por uma grande fortaleza e nunca podemos titubear, uma vezque conhecemos a vitória Dele sobre a morte que representa o domínio de todos nós, pela alegria de viver e a expulsão de qualquer tristeza da humanidade. Portanto lembremo-nos muito mais de tudo de bom que recebemosdo Deus homem, distanciando-nos sempre das maus lembranças, daquelas que nos fazem sofrer, diante da grandeza da alegria de Jesus Cristo, nosso Senhor, símbolo de tudo que é bom no seio a humanidade.

Odilon de Lima Fernandes

Advogado e Jornalista

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