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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

1968: o ano que ficou

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publicado em 14/06/2018 às 16h01

Claro que o Volume I deste livro “1968: O ANO QUE FICOU – Memórias Afetivas”, lançado em 2017, foi exitoso. Se assim não tivesse sido, obviamente seus autores/organizadores (Washington Rocha e Telma Dias Fernandes) não teriam – como tiveram -tanto entusiasmo e empenho para, agora, lançarem seu Volume II.

Como diz um dos autores desse livro, Washington Rocha (Mestre em Filosofia pela UFPB) –este Volume II preenche uma lacuna deixada pelo primeiro, ou seja, “a ausência de muitos afetos, combatentes de 1968 que não apareceram no Volume I”.

E agora esses outros “combatentes de 1968” estão presentes neste novo livro, cuja capa,em foto,  mostra a frente do tradicional Lyceu Paraibano em um dia de muita mobilização da então juventude estudantil pessoense, inclusive levantando faixas tipo “Abaixo o Imperialismo” ou “Abaixo a Ditadura”.

Pois, bem! Neste Volume II deste livro constam depoimentos de Marcus Paiva, Lourdes Meira, Annelsina (Neta) Trigueiro, Vanda Trigueiro, Francisco Trigueiro, Alberto Nunes de Oliveira, Wladimir Peregrino, José Mário Espínola, João Alberto Morais Pessoa, Alberto Magno, José Ricardo de Holanda, Flávio Tavares, Everaldo Junior, Jander Neves, José Anchieta, Rubens Pinto Lyra, Jomard Muniz de Brito e Martinho Campos, afora – por óbvio – avaliações dos próprios autores.

A propósito de Martinho Campos, seu depoimento ainda mais faz aumentar, por ele, nosso respeito e admiração. E nos conduz a concluir estes escritos com as palavras finais de uma das responsáveis por este livro, Telma Dias Fernandes (professora de História da UFPB): – “Quando incautamente alguns sonham com o retorno ditatorial, trazer a público estes relatos é também uma forma de luta pela causa da liberdade”.

Quanto à solenidade de lançamento deste novo livro e conforme apontado no próprio título destes escritos,acontece nesta sexta feira, às 18 horas, na Fundação Casa de José Américo (av Cabo Branco).

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