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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Perseguindo a vocação profissional

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publicado em 08/02/2018 às 15h02

Não é só muito séria essa atitude de perseguir-se a vocação profissional, não! Essa atitude, mais do que séria, é muitíssimo importante na vida de cada pessoa, pelo que, especialmente por parte dos jovens, é preciso, sim, avaliar e definir-se sobre a escolha profissional, sem se deixar influir nem mesmo pelo ambiente familiar.Como se diz,“cada pessoa é única” e é a ela – esta pessoa – que cabe definir o que é melhor para si… para sua realização pessoal.

Estas considerações fazemos para realçar um exemplo, dentre muitos, de um jovem que “sabe o que quer”, tipo de quem “bate no peito” e enfatiza: “pra mim o que eu quero é isto!”. Reportamo-nos ao jovem Flávio Colaço Neto, recém aprovado (e já matriculado) para o curso de medicina da FCM (Faculdade de Ciências Médicas), com instalações na BR-230, aqui na Grande João Pessoa.

Flavinho (o Flávio Neto) em tudo lembra o avô materno (Flávio Chaves Colaço, que foi reitor da UFPB, sócio fundador do Unipê, procurador da Assembleia Legislativa do Estado… ou seja, mais atuou, com muito reconhecimento, no campo do Direito até abril do ano passado quando foi chamado por Deus aos céus!). Há quem diga que fisicamente e em especial na fisionomia “é similar ao avô”. E a avó materna (Da Paz, que igualmente já se encontra nos céus) também profissionalmente atuou no campo do Direito. Sua mãe – mãe de Flávio Neto -, Ana Maria Colaço Guerra, de igual modo bacharelou-se em Direito. Quanto ao pai de Flávio Neto, Ronaldo José Guerra, é promotor de justiça do Estado… quer dizer: também atua no campo do Direito. E Flavinho, por que não perseguiu o curso de Direito?!… Por aí não se diz que “filho de peixe, peixinho é?!”.

Profissionalmente Flavinho sente-se vocacionado para ser médico. Persistiu no respectivo vestibular… e agora, aprovado e já matriculado, começa a caminhada para sua profissionalização.

Que todos os jovens possam ser assim perseverantes, insistindo, portanto, na perseguição da vocação profissional!

Mário Tourinho

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