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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

“Era uma vez…” continua sendo!

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publicado em 17/11/2017 às 14h00

Todos nós lembramos que muitas das histórias que nos contavam, em nossos tempos de criança, começavam com essa frase “Era uma vez…”.

Recentemente, porém, foramminhas netas (Luísa, que vai completar 11 anos; Ana Clara, de 10 anos; Sophia, de 8; e Ana Cecília, 5) que me convidaram a ouvir e assistir ao clipe da canção “Era uma vez…”, da jovem cantora e compositora Kell Smith, paulista da cidade de Presidente Prudente e que conta agora com 23 anos de idade.

O dizer “continua sendo”, que também compõe o título destes escritos, vem a propósito da letra dessa canção “Era uma vez…”, desde seu comecinho, que enfatiza: “Era uma vez/ O dia em que todo dia era bom”. E que, na inocência santa das crianças, em nossas brincadeiras “Dava pra ser herói no mesmo dia em que escolhia ser vilão/ E acabava tudo em lanche/Um banho quente e talvez um arranhão”.

Esse “Era uma vez…” era assim, encantador mesmo: – “Dava pra ver a ingenuidade, a inocência… cantando no tom/ Milhões de mundo e universos reais/ Quanto (era) a nossa imaginação!”:

– “Bastava um colo, um carinho/ E o remédio era beijo e proteção/ Tudo voltava a ser no outro dia/ Sem muita preocupação”.

Essa compositora Kell Smith, mais menina que moça – até em sua fisionomia – nesses seus apenas 23 anos de idade, dá-nos uma lição tão bela para encararmos a vida, dizendo:

– “É que a gente quer crescer/ E quando cresce quer voltar do início/ Porque um joelho ralado/ Dói menos que um coração partido”.

Mas (aí, sim, a maior lição), completa:

– “Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau/ É só não permitir que a maldade do mundo te pareça normal”.

Como já mencionei, foram as minhas quatro netas (minhas e de Ana, óbvio) que me concitaram a ouvir e assistir ao clipe da canção “Era uma vez…”. Entretanto, não posso deixar de registrar que temos dois outros netos, obviamente meninos, estes residindo em Itabaiana/Sergipe tendo em vista que os pais, Márcio/Juliana, atuam profissionalmente na cidade vizinha da Itabaiana sergipana (Frei Paulo), ele como químico da fábrica Azaleia. Estesdois netos têm os nomes Mário (Mário Neto, de quase8 anos) e Francisco (3 anos). Proximamente serei eu que a eles ireimostrar esse clipe “Era uma vez…”

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