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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Dois bicudos…

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publicado em 19/06/2017 às 16h35

A semana próxima passada (portanto ainda recente) teve em seu segundo dia (segunda feira), 12 de junho, o Dia dos Namorados. E Dia dos Namorados corresponde a uma data para comemorar-se e vivenciar-se o Amor!

Sim! É nesse sentido mesmo: o amor prevalecente no seio de um casal, seja de simples namorados, noivos ou já casados! O Dia dos Namorados é mesmo essa data que propicia a comemoração do Amor entre dois enamorados, um em relação ao outro e reciprocamente!

No entanto, mais importante que a comemoração em si é a busca permanente, dia a dia, por parte de cada um dos que formam o casal, para que, diferentemente do que diz a canção, não “seja eterno (só) enquanto dure”. É preciso que nos empenhemos para que o Amor dure eternamente!

Para tanto, também precisamos ter a compreensão de que, como lembrado naquele dito popular, “dois bicudos não se beijam”.

E são raros os casais em relação aos quais possamos dizer que “marido e mulher são iguaizinhos em tudo”, pelo que um tenha os mesmos gostos e interesses que o outro. Estes casais, assim, são realmente raros. E isto é muito bonito, mas, como alguém já se pronunciou, também é uma “sortuda coincidência” que proporciona bem mais tranquilidade (facilidade, até) na sustentação da harmonia conjugal.

Por isto, há uma corrente (em que nela nos incluímos) que exalta ainda mais o Amor quando “eternamente” vivido entre dois enamorados de gostos e interesses diferentes. E esse Amor faz-se tão maior que nem se nota que no casal possa haver, entre os dois, alguma diferença nos gostos e interesses. Existe entre eles comprometimento e solidariedade… em tudo!

Esse dito popular de que “dois bicudos não se beijam” chama, pois, a atenção para que, sobretudo no âmbito de um casal de enamorados, não finquemos pé na radicalização de aceitarmos só o que corresponda aos próprios gostos e interesses. Atentemos que o outro pode ter gostos e interesses diferentes. E aí cabe bem nos lembrarmos do que disse São Paulo:

– “O Amor é paciente. O Amor é bondoso. O amor não é invejoso. Nem arrogante. E nem se irrita. O Amor é paciente e tudo desculpa, suporta e renuncia”.

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