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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

A pureza das crianças

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publicado em 20/02/2017 às 12h50

Na foto que ilustra estes escritos, estão – da esquerda para a direita – as crianças de nomes Sofia, Ana

Cecília, Lavínia, Laís e Ana Clara, acompanhadas de Branca de Neve (a de lá da Disney!…). Estas crianças já são amigas (amigas, mesmo!) desde uns dois a três anos… e colegas de escola. Mas, mais amigas são a partir da viagem que juntas (e obviamente acompanhadas dos pais) fizeram ano passado para a cidade de Orlando (Flórida/EEUU), hospedadas (ou morando) que ficaram em uma mesma casa, alugada para tal. No sorriso de cada uma, expresso na foto, vê-se não apenas a alegria, mas também a pureza… pureza que igualmente corresponde a sinceridade!

Em um destes recentes dias, solicitado por minha filha para ir buscar as netas na escola, lá chegando logo me deparo com uma dessas crianças da foto, exatamente Laís, que, de sua parte – e também prontamente – foi dizendo-me: “Ei, você também está convidado para meu aniversário que vai ser comemorado sábado (18) lá em casa!”. E complementou: “Papai e mamãe disseram que era pra lhe convidar!”.

Assistindo – mesmo que à distância – a convivência dessas crianças, umas com as outras, entre elas se abraçando, beijando-se, brincando e até “brigando”, constato a pureza de seus relacionamentos. E aí fico a sonhar o quanto seria diferente o mundo se como adultos conservássemos essa pureza de criança!… E é claro que essa pureza das crianças é observada e sentida pela maioria de todos nós. E ela – essa pureza – foi muito bem exaltada pelo imortal Gonzaguinha em sua imortal canção “O que é o que é”, em que destaca:

– “Eu fico com a pureza das respostas das crianças/ É a vida! É bonita e é bonita!”. E complementa: “Viver, não ter vergonha de ser feliz/ Cantar a beleza de ser um eterno aprendiz”. Um eterno aprendiz como criança, na sua pureza.

(Ei, Laís!… Náo esqueci de lhe dizer – e agora, aqui, estou dizendo – “parabéns pra você” por seu aniversário natalício na terça feira, dia 21, festivamente comemorado no sábado, dia 18!,,,)

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