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Ao MaisPB, promotora garante que MP vai atuar “independente da classe econômica do investigado”

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publicado em 25/01/2017 às 10h01
atualizado em 25/01/2017 às 12h58

A promotora de Justiça do 1º Tribunal do Juri da Capital, Artemise Leal, responsável pelo caso do atropelamento do agente de transito Diogo Nascimento, afirmou na manhã desta quarta-feira, em entrevista ao Portal MaisPB, que seguirá investigando o caso independente da classe social do investigado.

“O Ministério Público irá continuar trabalhando na defesa da ordem jurídica, dos interesses indisponíveis da sociedade, zelando pela fiel observância da lei, independente da classe econômica de qualquer investigado”, disse.

A promotora disse, ainda, que está acompanhado, desde o sábado (21), o trabalho da Polícia Civil em relação ao caso.

“O inquérito policial é um procedimento administrativo de caráter sigiloso. Todas as diligencias estão sendo realizadas pela autoridade policial, devidamente acompanhando pelo Ministério Público, afim de que a justiça seja realizada”, concluiu.

O caso

O agente de trânsito Diogo Nascimento foi atropelado na madruga do último sábado (21), enquanto dava ordem de parada ao motorista Rodolpho Carlos que estava conduzido um veículo modelo Porshe.

Diogo ainda chegou a ser socorrido para o Hospital de Trauma da Capital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no domingo (22).

Ainda no sábado, um mandado de prisão contra Rodolpho foi expedido, mas por conta de um Habeas Corpus, o suspeito permanecerá em liberdade.

O suspeito de ter atropelado o agente se apresentou nessa terça-feira (24), na Central de Polícia, para prestar depoimento sobre o caso, mas permaneceu em silêncio durante o interrogatório.

MaisPB

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