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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Diretor Institucional do SINTUR-JP de 1993 a 2016. Consultor em Administração, presentemente exerce as funções de vice-presidente da APCA (Academia Paraibana de Ciência da Administração). Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

Novos advogados paraibanos

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publicado em 19/12/2016 às 16h25
atualizado em 19/12/2016 às 16h30
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Ainda não havia participado de uma solenidade de entrega de carteiras profissionais da OAB, especificamente na Seccional da Paraíba. Por óbvio, face meu campo de atuação profissional, já tinha presenciado similar eventorelativamente a administradores paraibanos e claro que no CRA/PB, órgãoque tive a honra de presidir por três mandatos.

Mas, participar da solenidade de entrega de carteiras profissionais da OAB/PB foi mesmo a primeira vez – repito, embora já conte na família com um genro advogado (Rafael Rodrigues Coelho) e uma filha (Mariana), aliás, esta é por enquanto apenas Bacharela em Direito, vez que ainda não se submeteu ao Exame da Ordem.

Pois, bem! A tal solenidade de entrega de carteiras profissionais na OAB/PB aconteceu nesta segunda feira, 19 de dezembro, obviamente na sede do referido órgão e consideramos que este foi (e é) um evento realmente muito especial. E assimo classificamos não só porque entre os recebedores da carteira da OAB encontrava-se também meu filho, Marcelo Guerra de Almeida, que recebeu das mãos do presidente do órgão, Paulo Maia, sua identidade profissional correspondendo ao seu “passaporte para o futuro”, como denominada pelo advogado (com 30 anos de experiência) Caius Marcellus Lacerda, em um emocionado e emocionante discurso que proferiu como padrinho dos 55 novo(a)s advogado(a)s ali presentes, incluso seu próprio filho.

A solenidade de entrega de carteiras da OAB demonstrou-se, em mim, um ato tão marcante para os profissionais e respectivos familiares quanto ao da colação de grau. A alegria e até o orgulho (o bom orgulho) sente-se estampar-se nas fisionomias de cada um(a). Por que, então, essa tamanha (e justa) valorização?! Só me pareceu advir do Exame da Ordem… e a vitória por nele ter sido aprovado(a). Exame que antes sobre ele eu já me posicionara contra, achando-o desnecessário. Agora me redimo e o aprovo.

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