07 de dezembro de 2016 - 23:03

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Administrador, pós-graduado em Planejamento Operativo, já atuou na administração pública federal, estadual e municipal. Ocupou por três mandatos o cargo de presidente do CRA-PB e de diretor do Conselho Federal de Administração. Desde 1993 exerce as funções de Diretor Executivo da AETC-JP. Contato: diretorexecutivoaetc@yahoo.com.br

01 de dezembro de 2016 - 13h07

A proposição de Renato Martins (II)

Na sessão da Câmara Municipal de João Pessoa realizada na última terça feira, dia 29 de novembro, através da TV Câmara (Canal 52), assisti parte do discurso do vereador Renato Martins em que ele se referia ao que eu escrevera no Jornal Correio da Paraíba e que também fora publicado nos portais MaisPB e ParlamentoPB, sob o mesmo título que o deste texto.

Foi parte o que assisti – repito. Mas, nessa parte que assisti, surpreendi-me com uma colocação do vereador Renato Martins de que naqueles escritos eu faltara com a verdade!

Não, vereador Renato!Estou convicto de que eu não faltei com a verdade. V.Exª é que está parecendo mais modesto do que verdadeiramente o é! Notemos todos que naquele texto eu dissera e mais adiante reafirmara o seguinte: “É indiscutível o bom propósito do vereador Renato Martins quanto a que a frota de ônibus do transporte coletivo urbano desta capital seja dotada de ar condicionado”.

Ora, vereador! V.Exª tem, sim, esse bom propósito, por mais que o negue. E se o tem, em que eu teria faltado com a verdade?!

Quanto a um outro aspecto ao qual me referi, aquele de que V.Exª esquecera de mencionar que o ônibus com ar condicionado consome bem mais combustível do que o mesmo ônibus sem ar condicionado – e que esse acréscimo é em média de 25% – este dado não corresponde a falta de verdade. É verdade tal como mencionei, pois – aqui repito – o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba chegou a essa conclusão em estudo específico. E esse estudo ficou tão notabilizado que o prefeito de Porto Alegre,José Fortunatti, ao descartar a instalação de ar condicionado nos ônibus da capital rio-grandense do sul, assim procedeu mencionando o resultado daquele estudo curitibano.

Houve um aspecto em seu discurso da terça feira, dia 29, em relação ao qual eu não vou desculpar-me a V.Exª porque não o acusei por não propor a renúncia fiscal em relação ao ICMS incidente no preço do óleo diesel utilizado no transporte coletivo. Eu não sabia que anteriormente V.Exª já incluíra também essa renúncia fiscal, juntamente com a do ISS de competência da Prefeitura de João Pessoa. Daí eu apenas ter lembrado que o ICMS também pesava (e bastante) no custo do transporte coletivo. De toda sorte, sem que aquela minha colocação represente ter faltado com a verdade e consequentemente não há porqueme desculpar, mas cabe, sim, parabenizar-lhe por esta inclusão e sobretudo – reafirmo – seus bons propósitos quanto a que a frota dos ônibus seja dotada de ar condicionado. E que os estudos pertinentes sejam realizados, por quem competente!

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