07 de dezembro de 2016 - 19:08

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21/11/2016 às 09h15

‘Enfrentamento da seca requer mais união dos políticos’, diz Artur Filho

Deputado Artur Filho, do PRTB Deputado Artur Filho, do PRTB

“Desde que me conheço por gente que escuto histórias sobre a seca no Nordeste, sobre o flagelo que isso provoca e diante de um iminente colapso no abastecimento de água na Paraíba e de uma triste realidade de dezenas de municípios que hoje só têm água por causa dos carros-pipa, é natural que as atenções se voltem para essa questão. O governo da Paraíba tem feito ações pontuais para o enfrentamento deste grave problema, mas ainda há muito que se fazer e agora, mais do que nunca, é preciso que a classe política se una, esqueça as divergências e se dê as mães na busca de uma saída”, afirmou Artur Filho.

O deputado lembra que Boqueirão, mesmo sem chover em abundância, tem água até junho do próximo ano, mas que outras regiões do estado já passam situação de calamidade, sendo abastecidas exclusivamente por carros pipas. “A preocupação maior é se não chover, porque muito em breve, cerca de 500 mil pessoas, com mais ênfase na região sertaneja e também na região da Borborema sofrerão com a falta de abastecimento. Se as obras da transposição forem concluídas, ai sim o cenário muda completamente”, destaca Artur que lamentou estar ausente da ALPB e não ter podido participar da audiência pública que debateu a crise hídrica que castiga a Paraíba em tempos atuais.

“Não pude participar dos debates, mas acompanhei atentamente pela TV ALPB, as colocações tanto dos deputados, como dos convidados e ainda do competente técnico e secretário de Estado, João Azevedo, que nos esclareceu e nos tranquilizou que se não chover nos próximos dias em Boqueirão, ainda teremos água até junho do próximo ano, levando em consideração as condições atuais. Mas, algo precisa ser feito antes da água virar lama nas torneiras”, destaca Artur.

Para o parlamentar é preciso mais união e convergência para a resolutividade deste grave problema, que atinge todos indistintamente, ou seja, quem é governo ou quem não é governo. “A falta de água não escolhe cor, partido, sigla, coligação, portanto essa deve ser uma luta de todos e a solução, a meu ver, está na convergência de forças, em uma maior união da classe política, que precisa derrubar muros ideológicos e partidários e se dar as mãos na busca de soluções que matem a sede de nossa gente”, finaliza Artur Filho.

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