06 de dezembro de 2016 - 11:06

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19/10/2016 às 09h39 • atualizado em 19/10/2016 às 09h40

Aguinaldo discute destinação de recursos para a PB em reunião com bancada

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Nessa terça-feira (18), o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), se reuniu com os demais deputados e senadores paraibanos, além dos prefeitos reeleitos de João Pessoa e Campina Grande, Luciano Cartaxo (PSD) e Romero Rodrigues (PSDB), no Congresso Nacional.

Na reunião foram debatidas as destinações de recursos para o estado da Paraíba.

De acordo com Aguinaldo, um dos pontos que mais aflige a população paraibana na atualidade é a crise hídrica, que deve ser amenizada com a chegada das águas do Rio São Francisco através da transposição. Mas, ainda de acordo com o parlamentar, algumas obras no estado ainda precisam ser efetuadas para que as águas do Velho Chico possam ser utilizadas de maneira efetiva na Paraíba.

“A minha proposta é que nós tenhamos os recursos utilizados de forma efetiva, por essa razão nós estamos propondo que sejam utilizados em obras que possam ser realmente executadas. Uma das principais questões da Paraíba hoje é a questão da água. E nesta questão existe uma obra que é importantíssima que é o esgotamento sanitário da cidade de Monteiro, que é a receptora das águas do São Francisco e se nós não tivermos essa estação de tratamento e a destinação correta do esgoto nós teremos a calha do Paraíba sem poder ser utilizada simplesmente porque estará contaminada, razão pela qual essa passa a ser uma obra prioritária” destacou o parlamentar.

Aguinaldo também relatou que a questão da infraestrutura e mobilidade tanto de Campina Grande como de João Pessoas, entre outros municípios também foi colocada em pauta.

“Nós tratamos também das outras obras de água e da infraestrutura tanto de Campina Grande, como João Pessoa e das demais obras em todos os municípios da Paraíba. Como por exemplo a do Canal de Bodocongó. Nós encaminhamos com muita objetividade para que as obras possam ser executadas no orçamento e não apenas que a gente dê a destinação orçamentária e que as obras não saiam do papel” pontuou.

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