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VAIDOSA

Paraibana Lucy Alves conta os segredos de sua boa forma

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publicado em 12/06/2016 às 13h35
atualizado em 12/06/2016 às 13h36

Sem maquiagem e com o cabelo penteado ao vento. Assim Lucy Alves aparece em “Velho Chico”, na pele da arretada Luzia. Assim ela gosta de estar no dia a dia. Naturalmente bonita, a paraibana se diz vaidosa, mas passa longe dos exageros.

— Adoro sair por aí de cara lavada, simples, despreocupada. Às vezes, acordo e não penteio o cabelo, para ele ficar com volume. Também adoro uma sandália baixinha ou ficar descalça… Só para os meus shows é que dou uma caprichada na produção. Os fãs gostam de me ver ajeitadinha — conta a atriz, cantora e multi-instrumentista.
Tendo a sanfona como companheira inseparável, Lucy precisa trabalhar o corpo para além da preocupação estética. Afinal, sustentar 12kg a tiracolo, cantando e tocando, durante duas horas de apresentação, em média, não é para qualquer um…

— Sanfoneiros costumam ter problemas de coluna. Esse é um instrumento pesado, não foi feito para se tocar de pé. Mas aí Luiz Gonzaga inventou essa moda, e a gente adorou (risos)! Para piorar, eu ainda me apresento de salto alto. Maltrata mesmo! — afirma.

Por exigência da profissão, a morena precisa manter a postura correta e os músculos do abdômen sempre fortes. O pilates, por isso, é um grande aliado.
— Sempre pratiquei! Agora, estou numa fase tão atribulada, que não consigo me exercitar como gostaria, mas, sempre que posso, estou me movimentando. Corro na praia, faço alongamento e abdominal, para fortalecer os músculos e não prejudicar minha lombar, tão requisitada, por causa do acordeão — detalha ela, enfatizando o motivo de sua preocupação com a boa forma: — Nós, artistas, precisamos estar plenos para o trabalho. Se me sinto pesada, me alimento mal, não me alongo, isso tem reflexo em meus shows, nas peças, na novela…

A chegada dos 30 anos, conta Lucy, motiva um cuidado a mais com o que comer e com o quanto gastar de energia.
— Antes, se uma gordurinha se alojava aqui na lateral da cintura, no máximo em uma semana, eu acabava com ela. Agora, é bem mais difícil me manter magrinha — diz ela, com 1,65m e 57kg, atenta também à alimentação: — Não como carne vermelha há uns cinco anos mais ou menos. Gosto muito de peixe, ou então fico no franguinho. Não tomo refrigerante, adoro frutas… Acho que meus hábitos alimentares acabam se refletindo não só no corpo, mas na pele e no cabelo. É um bem-estar global.

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