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Dom Aldo Pagotto defende beatificação de Zilda Arns

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publicado em 18/01/2015 às 14h55

O arcebispo da Paraíba e presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Criança, Dom Aldo Pagotto, disse que as moções de apoio a beatificação da médica sanitarista e pediatra, Zilda Arns, já contam com mais de 260 mil assinaturas.

Decorridos cinco anos de sua morte – prazo mínimo para que seja aberto processo de beatificação – milhares de fieis pedem que o processo seja aberto. O procedimento faz parte das etapas exigidas pelo Vaticano para que alguém seja considerado santo.

Ao lembrar a trajetória de Zilda Arns, Dom Aldo disse que os sinais para que a médica não viajasse para Porto Principe, no Haiti, em 2010, foram muitos. Segundo ele, todos pediam para que ela não fosse, mas mesmo assim ela seguiu seu destino. "Todos diziam não vá. Ela estava cansada. As coisas estavam dando errado, ela não tinha o visto ainda", relata o arcebipo paraibano.

Pagotto ressaltou que até o convite formal para a viagem, enviado pelo correio e por e-mail e que ela deveria confirmar, não chegou. "Mas, ela era muito teimosa e disse que, aonde houvesse missão, iria".

Zilda Arns faleceu enquanto discursava no dia 12 de janeiro de 2010, vítima do terremoto que atingiu o país.

MaisPB

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