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Renato Gadelha chama Galdino de “professor de coisas erradas”

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publicado em 24/01/2015 às 12h05

 Ganhou um novo capítulo o bate rebate do deputado Adriano Galdino (PSB), candidato a presidente da Assembleia Legislativa, com os deputados de oposição. Depois de assinar uma nota em comum com outros parlamentares, o deputado diplomado Renato Gadelha (PSC) divulgou neste sábado (24) uma nota onde coloca sob suspeita os interesses de Galdino em presidir a ALPB e classifica o socialista de “professor de coisas erradas”.

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Em contato com o Portal MaisPB, Galdino disse nesta sexta (23) que não teve a intenção de ofender Gadelha, mas o novato na ALPB ainda não perdoou o colega e distribuiu uma nota criticando o candidato a presidente.

Veja nota na íntegra.

Em resposta à matérias veiculadas pela imprensa sobre a eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa, devo contestar afirmações equivocadas do deputado Adriano Galdino sobre o meu comportamento neste pleito.


Lamento que o candidato Adriano Galdino só tenha apresentado um projeto que é o de desrespeitar o Regimento Interno da Casa e a Constituição Estadual. Agora, apresenta uma nova proposta: perseguir um colega e se tornar seu algoz. E por quê? Eu, Renato Gadelha, defendo apenas o que está escrito no Regimento e na Constituição Estadual. Desejo, tão somente, a manutenção das eleições para os dois biênios em datas distintas, conforme os textos que as definem.


Pergunto ao deputado Adriano Galdino o que de excepcional, de tamanha importância, capaz de modificar a vida dos paraibanos e do Poder Legislativo está escondido nesta manobra, injusta, aética e ilegal? Ou serão apenas casuísmos com fins eleitoreiros?


Quanto à soberania da maioria dos membros da Assembleia, jamais discordei. Até porque, foi esta maioria de forma unânime que redigiu o Regimento Interno e a Constituição Estadual, que no momento defendo e que defenderei sempre.


Devo, ainda, lembrar que os textos constitucionais, regimentais, contratuais ou de quaisquer natureza existem para defender os direitos das minorias e maiorias, independentemente de quem esteja em uma das duas situações. Sem o Estado de Direito viveríamos o caos institucional. Renego “aprender o errado”, pois durante toda a minha vida aprendi a fazer o certo e o bem.


Com os colegas da Assembleia Legislativa aprenderei muito e desde já agradeço a solidariedade a minha postura. Quanto a fazer “engolir” as palavras e a “ensinar” coisas ilegais, eu rejeito tal lição. Com este professor de coisas erradas eu nem me matriculo.


RENATO GADELHA (PSC)

MaisPB

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