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Jornalista desde 2007 pela UFPB. Filho de Marizópolis, Sertão da Paraíba. Colunista, apresentador de rádio e TV. Contato com a Coluna: heroncid@gmail.com

O que dizem os números?

Comentários:
publicado em 18/08/2010 às 10h47

A pesquisa Correio Consult para o Governo não traz muitas surpresas. Maranhão continua na dianteira e consolida margem de vantagem em relação ao seu adversário, Ricardo Coutinho (PSB).

De julho pra cá, não houve fato novo. Maranhão mantém o favoritismo e a campanha do PSB ainda não encontrou o caminho para a planejada virada.

A sensação que dá é que falta a famosa transferência de votos de Cássio Cunha Lima (PSDB) para Ricardo. Ou pelo menos essa migração não veio na medida calculada.

A impressão maior ainda é que a aliança beneficiou muito mais o próprio Cássio, que segue sem muita concorrência na briga pelo Senado, do que Ricardo, pois o socialista mantém o patamar de mais ou menos 30% das intenções de votos.

Para o Senado, Cássio só precisa vencer o TSE. Na Paraíba, a situação parece resolvida. O grande embate será pela segunda vaga. Efraim e Vitalzinho disputam palmo à palmo.

Os dois precisam avançar, mas não podem perder de vista a ascenção frequente de Wilson Santiago. O homem de Uiraúna saiu dos 7% e já se aproxima a casa dos 20%.

Pode dar trabalho.

Amistosos – O que conversavam Durval Ferreira (PP), presidente da Câmara de João Pessoa, e o ex-superintendente do Sebrae-PB, Júlio Rafael (PT), candidato a deputado federal, em café da manhã na orla de João Pessoa?

Prata da casa – Efraim Morais foi mais esperto. Se livrou dos altos custos da Duda Mendonça, fechou pacote de campanha com a Mix, de Jurandir e Zé Maria. A empresa paraibana fez o guia do democrata com esmero, profissionalismo e sensibilidade. Trabalho impecável e inteligente. Poder render frutos para o senador de Santa Luzia.

Tudo passa – Na política o mundo dá mais voltas do que o número de giros da Terra. Jeová Campos (PT) e José Aldemir hoje se afinam muito bem em busca cada qual dos seus projetos políticos. Nem de longe parecem aqueles que se trocavam desaforos nas rádios de Cajazeiras.

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