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Jornalista desde 2007 pela UFPB. Filho de Marizópolis, Sertão da Paraíba. Colunista, apresentador de rádio e TV. Contato com a Coluna: heroncid@gmail.com

Efeito Cássio

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publicado em 21/10/2010 às 23h37

No caminho da via crucis que amarga desde 2006, Cássio Cunha Lima cai mais uma vez no TSE. O mesmo Tribunal que o cassou em 2009 por conduta vedada.

Cai juntamente com seus mais de 1 milhão de fiéis eleitores. O ex-governador tucano recorrerá ao STF na última e desesperada tentativa de sobreviver na política.

Cássio sucumbe há exatos dez dias do segundo turno na Paraíba, depois de desempenhar papel deciviso no resultado da primeira etapa da eleição.

As duas campanhas (PSB e PMDB) ainda não sabem ao certo qual será a influência dessa decisão do TSE na cabeça do eleitorado paraibano.

Certamente, levará o eleitor cassista a brigar para fazer "justiça" nas urnas. O eleitor maranhista téra mais uma "certidão" para gritar aos quatro ventos que Cássio, o aliado de Ricardo, é "ficha suja".

É mais um tempero na guerra pelo poder na Paraíba.

Pegou mal – Falhou a condução do grupo maranhista no processo de envio da PEC 300 à Assembléia. Ficou claro que o governador em exercício Ricardo Marcelo não quis assinar o o projeto e obrigou o governador licenciado a rubricar a proposta, mesmo "fora" do Poder.

Correndo atrás – Aliados do governador estão empenhadíssimos em diminuir derrotas e ampliar vitórias nos municípios do Interior. Em Itabaiana, Dona Dida quer aumentar a votação do governador em 4 mil votos. Em Patos, Nabor não descansa um segundo.

Aviso aos navegantes – Tem gente antecipando processo político, precipitando e até escolhendo postos em futuro governo. Arrogância não constrói pontes. Só ergue muros.

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