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Jornalista desde 2007 pela UFPB. Filho de Marizópolis, Sertão da Paraíba. Colunista, apresentador de rádio e TV. Contato com a Coluna: heroncid@gmail.com

As demissões

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publicado em 29/11/2010 às 12h04

Mais importante do que a iminente demissão de servidores irregulares do Estado é a Paraíba conhecer quem são os verdadeiros culpados pelo inchaço da folha de pessoal, sem o mínimo critério.

Se assim não proceder, o Ministério Público da Paraíba estará apenas tentando concertar o buraco, sem responsabilizar e punir quem o fez.

Sucessivos governos desrespeitaram à Constituição Federal, o bom senso e a responsabilidade administrativa.

Punir agora apenas os servidores, muitos usados tão somente como cabos eleitorais, é simplório demais.

O doutor Oswaldo Trigueiro tem a melhor das intenções, mas o MP precisa abrir a caixa preta do Estado e mostrar a origem do desmantelo que leva a Paraíba a conviver com cerca de 30 mil funcionários que entraram no serviço público sem prestar concurso.

Seria exemplar, pedagócio e justo.

Briga de titãs – A sucessão de Veneziano em Campina Grande promete lances emocionantes. A Oposição vê em 2012 a grande oportunidade de retomada do poder. O prefeito não vai entregar os pontos sem lutar.

Cenário da Capital – Em João Pessoa, se não se articular e construir um discurso razoável, a Oposição tende a sofrer nova derrota nas urnas. Luciano Agra pode virar a Dilma de Ricardo.

Fragilidade – A administração do prefeito de Cajazeiras, Léo Abreu (PSB), parece não se importar muito com o poder de fogo dos meios de comunicação locais. A Prefeitura deve 8 meses aos veículos da cidade e nem fala em pagamento.

Surpresa positiva – Apesar de muito jovem, o deputado federal eleito Hugo Mota (PMDB) demonstra já considerável maturidade. Tem um discurso articulado, é ponderado e trata a política estadual com serenidade e sensatez. Promete no Congresso.

 

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